Este é um assunto bem delicado, porém me senti tocada a escrever,
pois penso que a maioria das pessoas não deve ter conhecimento e nem pensar
nisso em caso de doenças.
Já faz um bom tempo que tenho familiares e conhecidos com
doenças crônicas e casos persistentes, e o acompanhamento a hospitais e médicos
fez parte de muitos momentos da minha caminhada.
Mas foi só recentemente que comecei a ligar questões de obsessão
com doenças e o comportamento de muitos doentes.
Muitos podem atrair obsessores de uma forma ou outra. E aqui não
vou entrar nesta questão. O que acontece é que existem muitas pessoas obsidiadas
que não tem a menor consciência disso e às vezes nem as pessoas próximas.
E em alguns casos isto pode durar muito tempo, anos. E então uma
ou mais doenças podem surgir, pois o sistema imunológico se enfraqueceu. Ou
então a pessoa tem dores e algum problema, mas nada aparece nos exames. As
crianças podem ficar adoentadas quando a energia dos pais, da casa ou pessoas
próximas está afetada.
Já existem estudos e pesquisas sobre isso, mas como tudo na área
espiritual, muito ainda não tem como ser comprovado. Mas pode ser observado e
sentido ou visto pelos médiuns.
Muitos doentes não seguem as recomendações quanto aos
medicamentos e nem outras quanto aos hábitos. Em outros casos muitos têm comportamentos
que exige muita paciência dos familiares e cuidadores, pois são birrentos e
resistentes a ajuda que tanto necessitam. E depois de longos anos, os
familiares encontram-se desgastados, cansados, muitos cortaram relações e outros
ficaram sozinhos tratando de um enfermo.
Observando-se esses casos, comportamentos em hospitais, casos em
clínicas, relatos de profissionais da área, pode-se perceber as energias e
notar que muitos doentes além das questões físicas, estão com obsessores. E então
além do tratamento médico regular deveriam ter o espiritual também.
Aí entramos no caso de muitos que não acreditam e nem iriam
buscar esse tipo de ajuda, muito menos tem consciência da sua situação e da
seriedade da mesma.
Fica o conselho a quem sentir no coração, que é buscar ajuda
para o bem maior do paciente, familiares e de todos os envolvidos.
Em alguns casos, o tratamento espiritual acelera e facilita a
cura física. Em outros a questão física não tem mais cura definitiva, mas
alivia a situação do paciente que volta a ser ele mesmo, ou como era antes de
tudo começar. E isto traz um grande bem para os familiares e demais pessoas
envolvidas.
A cura começa com nós mesmos, mas quando o doente não tem
consciência de que a questão pode ser espiritual e delicada, auxiliar é um ato
de amor, misericórdia e compaixão.
Este auxílio pode ser uma prece, um benzimento, um passe, um
atendimento com profissional qualificado ou da forma como cada um sentir dentro
daquilo que acredita e pensa que vai ajudar. Quando pedimos uma orientação o
Criador sempre nos mostra o caminho.
Que a Luz do Criador esteja sempre iluminando nossos corações,
guiando nossos passos, nos protegendo, e nos dando muita clareza, discernimento
e sabedoria em todos os momentos.
Com amor,
Liliana Bauermann
Novo Hamburgo, 05 de fevereiro de 2015.


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