domingo, 31 de julho de 2016

FALANDO SOBRE SEXO – Parte III



Existem textos e mais textos, teses e mais teses sobre a alma gêmea ou chama gêmea.

Falando em termos de energia, nossa alma gêmea não necessariamente seria uma pessoa para vivermos aquele ‘grande amor’ tão idealizado e sonhado.

Almas gêmeas são almas afins, que vieram da mesma mônada (grupo de almas), têm muito em comum e em geral acabam se encontrando durante a vida. Pode acontecer de se encontrarem e viver um amor, mas não é a regra.

Existem pessoas com quem temos mais afinidades, àquelas com quem temos contratos de alma, ou com quem fizemos juras de amor eterno e perpétuo em outras vidas. E estas sim, definitivamente encontramos nesta vida, raramente se escapa disso.

Contrato de alma é uma questão bem ampla e também bem delicada. São acertos que fizemos antes de virmos para cá, onde combinamos quem é pai e filho de quem, com quem manteremos relacionamentos, se teremos ou não filhos, etc.

Imagine uma peça de teatro onde vários atores são contratados, cada um para fazer um papel específico. Feito, esta é a sua vida aqui.

Da mesma forma há os que desistem, os que não fazem seu papel como deveriam, ou os que querem ficar num papel a vida toda, mesmo quando a situação mudou, há muitas variáveis.

Esses contratos têm como base o ensinamento, aprendizado, troca e equilíbrio de energia de muitas vidas. Sendo assim devem ser vividos e honrados. Porém, não necessariamente indefinidamente quando já aprendemos o que deveríamos, não há mais amor ou uma das pessoas não quer fazer sua parte.

Entretanto, enquanto esses contratos ou juramentos não forem desfeitos ficam valendo – inclusive de outras vidas, quando era comum juras de amor eterno e pactos de sangue.

Isso explica porque muitos ficam presos em alguns relacionamentos, outros ficam sem relacionamento ou ficam com uma pessoa na cabeça e pensam nela, mas não vivem nada, ou se encontram e ficam num vai não vai às vezes por anos a fio.

Quando não há mais amor e nem nada a ser aprendido/ensinado/trocado, ou seja, encerrou-se o contrato, seria a hora de terminar e cada um seguir seu caminho.

Acontece também de uma das partes sentir uma culpa inconsciente e então querer manter a relação. Há casos em que a culpa vem de outras vidas.

Há os que amam, mas não procuram a outra parte, ou não se declaram, não se entregam.

Há muitas combinações. E isso tudo quando na total inconsciência ou falta de percepção acaba dificultando, trazendo peso ou atrasando a vida de todos os envolvidos.

Que possamos perceber o que realmente sentimos, se estamos amando ou não, e ter o entendimento de que estes tempos são únicos, pois podemos fazer quebra de contratos.

Quebra de contratos nos libera de pesos e laços energéticos quando já aprendemos, ensinamos ou vivemos o que deveríamos dentro de um relacionamento.

Quando faço isso relacionado a casais (até de namorados), acontece uma das duas coisas: ou realmente se separam pois não tinham mais motivos para manterem os laços, ou o peso e dificuldades simplesmente desaparecem e a relação se renova! Mas não fica mais a energia pesada que havia antes.

Quando estamos vivendo simplesmente para manter contratos (de modo consciente ou não) é muito difícil o amor se manifestar na sua plenitude e o sexo mais ainda.

Ambos pressupõem confiança, entrega, companheirismo, integridade, cumplicidade... e nestes tempos de transformações nada que foge à verdade e integridade permanece intocado.

Muito pelo contrário, quanto mais se tenta evitar olhar para uma situação que já está delicada, maior a questão se mostra.

Estas energias intensas que estão sendo trazidas querem nos dizer e mostrar que podemos ser felizes, podemos viver de modo leve, com bem-estar, amando e sendo amados, mas dentro da verdade dos nossos corações.

Perceba-se, perceba as situações e relações na sua vida. Tudo pode ser reequilibrado e harmonizado com paciência, dedicação e muito amor.

Com amor,

Liliana Bauermann

São Paulo, 31 de julho de 2016.

*Como terapeuta e médium facilito tratamentos onde essas questões podem ser reequilibradas (inclusive relacionadas a outras vidas). Entre em contato para mais informações!

Imagem retirada da internet.



sábado, 30 de julho de 2016

EMOÇÕES À FLOR DA PELE



Com a movimentação intensa das energias estamos todos bastante emotivos de uma ou outra forma.

Alguns estão mais raivosos, xingando tudo e todos e outros mais sentimentais, com vontade até de chorar por qualquer coisa.

O melhor é nem tentar entender, mas simplesmente deixar tudo fluir, sabendo que tudo vai passar.

Tem coisas que não tem como racionalizar, e o processo que estamos vivendo é uma delas.

Vamos nos perceber, percebendo o que realmente tem a ver conosco e nossa vida e o que não, e de novo, nada tomar como pessoal.

O que serve de aprendizado, que possamos colocar em prática e o que não ressoa, que possamos liberar, sem maiores apegos.

Que possamos perceber também as necessidades do nosso corpo, seja na alimentação, horas de sono, descanso e que possamos beber mais água. Água pura, simples assim!

Assim podemos passar por esse período de forma mais leve e suave.

Com amor,

Liliana Bauermann
 
São Paulo, 30 de julho de 2016.

Meditação Orientada - Alinhando-se com as energias sendo trazidas ao Planeta

Olá amigos!

Vamos meditar? 

Esta meditação é para nos alinharmos com as energias sendo trazidas ao Planeta aqui e agora.
Limpando nosso campo energético e físico, liberando stress, medos, angústia, dor e sofrimento e trazendo bem-estar, harmonia, equilíbrio, paz e amor incondicional.

Boa meditação a todos



Com amor,
Liliana Bauermann

quarta-feira, 27 de julho de 2016

IRRITAÇÃO



Muitas pessoas tem comentado que andam bem irritadas.

Eu entendo, pois passei por essa fase: vivia irritada com qualquer coisa que acontecesse ou que alguém fizesse ou dissesse.

E eu achava que a questão era fora, até que percebi que não, isso vinha dentro. A irritação sempre tem a ver com nós mesmos, mesmo que não tenhamos consciência disto.

Então que possamos entrar na percepção do que está nos irritando. Se é uma área específica: trabalho, relacionamento, família, etc., uma ou várias pessoas ou tudo junto.

Geralmente isso quer nos mostrar que temos que ou aprender a lidar de modo diferente com a situação ou pessoas ou então temos que promover mudanças imediatas relacionadas à questão.

Significa claramente que ‘venceu o prazo de validade’ de fazer de conta que não estamos vendo algo muito importante e chegou o momento de tomar uma atitude muito séria e prática relativa ao assunto.

Fica como sugestão cada um a seu modo entrar nessa percepção e promover as devidas mudanças, pois a irritação é conosco mesmos que não nos tiramos dessa situação. É duro, mas é a verdade.

A parte boa é que se nos colocamos numa situação, sabemos bem como nos tirar dela também! Basta querermos. Quando damos essa intenção imediatamente muitas portas se abrem para facilitar o processo.

Com amor,
 
Liliana

terça-feira, 26 de julho de 2016

FALANDO SOBRE SEXO – Parte II



Atualmente muitas pessoas têm tido problemas com as relações sexuais, desde falta de vontade, dor, não sentir prazer, há muito envolvido e normalmente há o calar sobre esse assunto até com médicos ou terapeutas.

E o motivo principal? Vergonha.

Existe na memória inconsciente de praticamente todas as mulheres registros do tanto que fomos humilhadas, abusadas, mal tratadas, do tanto de dignidade, valor, autorrespeito, amor próprio e autoestima que foram tirados de nós ao longo de séculos, que internamente acabamos acreditando que éramos menos e valíamos menos.

Infelizmente tudo isso e muito mais está ainda dentro do que chamo de nosso sistema (físico, mental, emocional e energético).

E especialmente neste período que estamos vivendo quando tudo está vindo à tona, essas questões também estão sendo trazidas para serem reequilibradas e alicerçadas sob novas bases.

Fica bem delicado uma mulher sentir-se totalmente à vontade numa relação com tanta coisa guardada. Algumas vezes ela mesma se coloca em relações sem amor, outras ama, mas não há a cumplicidade e atenção que queria, muitas ficam sem relacionamento nenhum e há as que acabam se comportando como ninfomaníacas, mas se formos averiguar, estão forçando um comportamento para se sentirem amadas e desejadas. Sem falar das inúmeras que fingem um orgasmo que nunca houve.

Muitas sentem vergonha dos seus corpos haja visto a supervalorização da aparência daquilo que é dito bonito, excluindo todo o mais.

Outras sentem-se tão cansadas com as atividades do dia a dia devido a dupla jornada ou acumulo de tarefas que não tem ânimo para nada.

E agora falando de homens, alguns são insensíveis, outros repetem padrões de ‘macho’, que sabe tudo, pois assim foram ensinados ou igualmente copiaram modelos. Há os que ‘pegam’ todas, os que abusam e são desrespeitosos, há os tímidos e inseguros, há aqueles que não se preocupam com o prazer da companheira e uns ainda que nem sabem que mulher também goza. Há os que têm problemas de ereção, ejaculação precoce e outros tantos têm medo de se relacionar de forma profunda e se entregar. E também muitos têm culpa inconsciente pelo fizeram ou fazem com muitas mulheres e/ou homens.

Há as crenças coletivas de ambas as partes de que ‘homens são todos galinhas’ e de que ‘mulher nenhuma presta, ou é tudo p***’ e as derivações destas.

Há a cópia de padrão do relacionamento dos pais ou parentes que afeta ambas as partes.

Há as questões de traição, uma das que mais pesam, pois há perda da confiança e amor próprio.

Há medos, traumas, choques, bloqueios e também muita culpa por sentir prazer e ser feliz.

E o que fazer com tudo isso?

Primeiramente entrar na percepção do que realmente sentimos, como nos sentimos e então nos aceitar e respeitar. Parar de nos sentir errados, inadequados, culpados, etc.

Uma questão bem importante dentro de um relacionamento é o dialogo. Ninguém é adivinho. Um parceiro não tem como adivinhar o que o outro espera dele. E principalmente é importante largar prejulgamentos, do tipo se eu falar isso agora o que ele/a vai achar? Se nunca falar, nunca vai saber, menos ainda resolver. Que possamos entrar numa energia de acolhimento, de respeito, de entendimento, de amor.

Infelizmente o sexo acabou se tornando banal, pega um/a hoje, outro/a amanhã, mas no fundo mesmo, estes estão sentindo-se vazios e solitários, independente do número de parceiros que têm.

Na verdade todos queremos amar e sermos amados como somos, pelo que somos, não entrar numa competição louca de quem pega mais e faz mais... Isto está longe de ser amor, longe de fazer bem e mais longe ainda de trazer alegria, satisfação e plenitude a quem quer que seja.

E quem sentir que precisa, busque ajuda! Procurar ajuda é um ato de amor, consideração e respeito por si mesmo. Pode ser desde conversar com uma pessoa em quem confia, ler e se informar sobre esse assunto ou então buscar um profissional de sua confiança. Não fazer ‘nada’, não vai resolver ‘nada’.

Aprenda a se conhecer, a se perceber, sentir o que gosta e o que não. E depois entre na aceitação, acolhimento e no amor por quem você é e como você é. Cada um de nós é único, diferenciado. Ame-se, aceite-se e o sexo maravilhoso será uma gostosa consequência.

Com amor,

Liliana Bauermann

São Paulo, 26 de julho de 2016.

*Como terapeuta e médium facilito tratamentos onde essas questões podem ser reequilibradas (inclusive relacionadas a outras vidas). Entre em contato para mais informações!

Imagem de Alex Grey.