terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

PERMITINDO A FLUIDEZ DAS EMOÇÕES EM E ATRAVÉS DE NÓS



No nosso dia a dia nos confrontamos com diferentes pessoas e situações, e nem sempre conseguimos ficar imunes a tudo, no sentido de nunca nos irritarmos ou incomodarmos com nada nem ninguém.

Muito pelo contrário, é mais natural nos estressarmos e perdermos a paciência, tomar atos ou palavras como pessoais e assim por diante.

E a questão para refletirmos é como nos sentimos no momento e o quanto dessas emoções guardamos e por quanto tempo.

Em geral, ficamos guardando mágoas, rancores, irritação e outros sentimentos por muito tempo, desde dia até anos.

E para que serve isto? Que benefício isso pode trazer para nossas vidas?

Penso que é bom desafio para todos nós permitirmos a fluidez das energias. 

Não reprimir a raiva, nem o descontentamento, nem a tristeza, nem nenhuma outra emoção, mas simplesmente reconhece-las e permitir que assim como elas vieram, que elas possam ir.

Que possamos buscar a origem dos sentimentos, se foi uma pessoa ou ato em particular que nos incomodou ou já estávamos com questões anteriores ao acontecimento – mesmo que inconscientes.

O quanto de questões acumuladas e guardadas (traumas, bloqueios, medos, rejeição) temos que nos fazem atrair mais do mesmo, sem querer ou ter consciência disso?

Que dia a dia possamos entrar numa percepção mais profunda de nós mesmos, dos nossos sentimentos e emoções. E ver o quanto vem de questões não resolvidas e o quanto de situações e pessoas similares estamos atraindo. E isto serve para que possamos encontrar o reequilíbrio dessas questões.

Situações e pessoas repetidas onde há questões delicadas tem a função de nos trazer a percepção de algo que precisa ser curado/equilibrado/harmonizado em nós.

Então em vez de continuarmos a reclamar dessas questões ou pessoas, que possamos entrar na percepção do que precisamos aprender, perdoar, liberar ou equilibrar para então atrair pessoas e situações mais harmonizadas.

Meditar, fazer exercícios, tratamento, ler bons livros, fazer cursos, tudo pode trazer luz a essas questões.

O momento em que vivemos está propício para essas percepções e transformações.

Que possamos permitir a fluidez de nossas emoções, que sejamos flexíveis ante desafios, que tenhamos foco e perseverança, mas principalmente que possamos nos acolher e ser amorosos conosco durante todo o tempo.

Bençãos infinitas de paz, luz e amor,

Liliana Bauermann

São Paulo, 28 de fevereiro de 2017.

Imagem: Pixabay


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

ENERGIAS DO MOMENTO



Este início de ano está sendo de momentos intensos para muitos.

Já faz tempo que de modo consciente ou não fizemos escolhas para nossas vidas e eis que este é o ano para vivê-las.

Então, se estivemos plantando sementes pensando no nosso futuro, iremos colhê-las na forma de caminhos se abrindo, sonhos se tornando realidade, mesmo que para isso tenhamos que fazer ainda alguma parte do processo.

E aqueles que ficaram observando a vida passar, ou esperando o ‘momento certo’, da mesma forma continuarão nesta espera.

Podemos estar aprendendo muito em um tempo curtíssimo. E da mesma forma, podemos ter o que queremos vindo de modo rápido.

Que estejamos preparados, de braços e mãos abertas para receber.

Por mais estranho que possa parecer, muitos de nós não estamos preparados para receber. Ficamos nos doando aos outros, cuidando de questões diversas ou envolvidos em muitos trabalhos que quando chega finalmente a nossa vez de recebermos ficamos até sem jeito de pegar aquilo que há tempo desejávamos.

Também são momentos em que não temos mais como esconder ou disfarçar o modo como somos, nosso caráter. Bom ou duvidoso, isso será trazido à mostra.

Então podemos nos surpreender conosco ou então com outros à nossa volta cuja real natureza não estava muito clara.

Da mesma forma, muito que estava escondido, ou seja, informações manipuladas serão trazidas à luz da verdade.

Já faz tempo, séculos até, que somos manipulados e mentiras de todas as formas foram espalhadas e forçadas a serem mantidas. Aos poucos, mas seguramente tudo isso vai cair e aqueles ligados a isso terão que lidar com as consequências. Ou nós mesmos, se for o caso.

O tempo de pensarmos apenas em nós, no sentido de ‘primeiro eu’, e os outros, os animais e o planeta não terem a menor relevância também está se acabando.

Somos todos um, este planeta é único, tudo e todos estamos interligados. O que afeta um, afeta o todo. Então este é um momento de tomada de consciência desta unidade e todos expandirmos nossa consciência para atitudes e modo de ser que cooperem para a sustentabilidade deste todo.

Assim como queremos nosso bem, e daqueles que amamos, que possamos entender que todos – inclusive os desconhecidos - merecem o bem também. Todos merecem ser aceitos, respeitados e amados como são: com suas inúmeras qualidades e também limitações ou partes inconscientes.

Nossos atos e palavras vão mostrar claramente nossa essência, pois revelam nosso coração e alma. Ou podem revelar o quão distantes estamos de quem na verdade somos.

Este é um momento de muitas revelações, de transformações, de partidas, de reconexões, um momento único na história da humanidade.

Que possamos permitir a fluidez de tudo que sentimos, vimos e ouvimos. Que possamos ser flexíveis frente aos desafios, que possamos ter serenidade frente às verdades e acima de tudo, que possamos estar em conexão com o amor dos nossos corações para nos guiar e orientar da forma mais elevada e leve possível.

Possa o amor do Criador ser percebido em todas as suas manifestações neste Planeta e que possamos perceber o quanto desse amor já está em nós. E através dessa percepção, que este amor jorre a partir do centro dos nossos corações na forma de palavras e atos para nosso bem maior e bem maior de todos ao nosso redor.

Boa semana a todos,

Com amor,

Liliana Bauermann

São Paulo, 20 de fevereiro de 2017.
Imagem: Pixabay

 

domingo, 19 de fevereiro de 2017

SE VOCE NÃO FIZER POR VOCÊ MESMO, QUEM O FARÁ?



Todos nós em alguma fase da vida passamos por situações delicadas. Alguns se recuperam de forma mais simples, mas outros ficam com questões por anos.

Uma boa opção é buscar ajuda profissional de alguma maneira. Isto é necessário, tem sua importância, pois sozinhos podemos não ir muito longe.

Entretanto, os profissionais vão nos fazer olhar para nós mesmos e nossas feridas, mostrar caminhos, nos dar ferramentas. Vão sustentar a energia, nos dar apoio de alguma maneira, vão nos conduzir pelo caminho ou área que têm experiência da melhor forma.

Porém o mais importante é nós mesmos querermos mudar a situação, nos curar, nos equilibrar. E por nós, sem ser por mais ninguém e sem esperar que alguém de fora vá fazer o que nós mesmos devemos fazer.

Se nós não fizermos por nós, quem o fará?

Há muitas pessoas que imaginam que pelo simples fato de estarem indo a um local já é o bastante. E passado algum tempo, as coisas não mudaram.

Qualquer situação só vai mudar de fato se nós mesmos nos comprometermos a permitir que a mudança aconteça dentro de nós.

Tem uma frase que diz que ler um cardápio não vai acabar com nossa fome. E assim fazer uma terapia ou tratamento por si só não vai resolver nossas questões.

Temos que fazer nossa parte, nos comprometer conosco mesmos, colocar em prática na vida diária o que estamos aprendendo, ter força de vontade, perseverança, determinação, vontade. E isso vem de dentro de nós.

Podemos por vez ou outra nos cansar e dar uma pausa. Mas em seguida devemos nos levantar e seguir por nós, por amor e respeito a nós mesmos.

Se escolhermos fazer um exercício ou meditação, que possamos nos organizar para começar. Se decidirmos mudar atitudes e comportamentos, que possamos entrar na percepção de nós mesmos a cada momento e ir fazendo os ajustes.

Sem nada fazermos, nada acontece. A responsabilidade sobre nossa vida, nosso equilíbrio e nossa felicidade é nossa, não pode ser deixada a cargo de nenhuma outra pessoa.

E isso vale para pais, filhos, irmãos, companheiros, colegas. Ninguém além de nós mesmos somos responsáveis pela nossa vida e felicidade.

O que é uma grande liberdade pois podemos assumir nossa vida nas nossas mãos e ajustar a rota como sentirmos que for melhor.

O ‘pior’ que pode acontecer é pegarmos um caminho e depois termos que voltar um pouco e seguir por outro! Mas disso já vem um aprendizado.

Que todos e cada um de nós possamos assumir a nossa vida, honrando-a através dos nossos atos, palavras e vivendo-a com leveza, suavidade e muito Amor.

Com amor,

Liliana Bauermann,

São Paulo, 19 de fevereiro de 2017.
Imagem: Pixabay

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

QUESTÕES FEMININAS PROFUNDAS



Eis que finalmente vou escrever sobre algo que tenho em mente já há um bom tempo.

Todas nós mulheres ouvimos constantemente opiniões sobre nosso corpo, sobre estarmos ou não num relacionamento, termos ou não filhos, sobre nossa renda, que há regras e normas e que temos que nos encaixar a elas de qualquer modo, que devemos isso, devemos aquilo, a lista de questões é imensa e desnecessária.

Eu atendo tanto homens, quanto mulheres, mas ultimamente nestas últimas tenho acessado memórias profundas de dor, sofrimento, rejeição, abandono, medo, inferioridade, submissão, dor de ter que negar a si mesma, ser abusada, encarcerada, feito escrava, entre tantas outras similares.

Isso tudo vem de muitos e longos séculos quando tivemos nosso poder, honra, valor e vidas desvalorizados e destituídos de muitos meios. Basta ler sobre como foi nossas vidas ao longo de séculos.

E tudo isso está enraizado profundamente dentro de todas nós. E todas essas memórias têm nos causado dor, sofrimento, traumas, bloqueios e limitações até hoje.

Hoje temos desequilíbrios de todos os tipos, temos vergonha de nós, do nosso corpo, nos achamos inferiores, menos capazes ou inteligentes, às vezes somos subservientes sem nada questionar, temos medo de nos expressar e falar o que pensamos ou sentimos, sem falar em muitos outros medos, e nos casos mais radicais, há aquelas que ainda sofrem maus tratos e abuso.

Há abuso dos mais diversos tipos, não apenas o físico, mas emocional e mental, ainda sofremos ameaças, nos prostramos e obedecemos por medo das consequências, das quais ainda guardamos memórias dolorosas de tantos séculos de manipulação, domínio e negação de quem somos.

O reequilíbrio de tudo se chama de ‘regaste do feminino’.

Sim, todas temos que resgatar dentro de nós nossa dignidade, nossa honra, nosso ‘poder’ (no sentido de energia criativa e nossa vida), nossos dons, talentos, nossa intuição e percepção, nosso amor próprio, autoestima, nossa essência feminina mais pura e natural.

Tudo isto ainda está dentro de nós, tanto essas memórias dolorosas, quanto nossa essência mais pura e verdadeira, junto com nossos dons e talentos natos.

Mas as memórias dolorosas de diversas formas impedem que possamos ser felizes em praticamente todas as áreas.

Temos problemas de relacionamento (inclusive com amigas), temos questões no trabalho, que podem ser de aceitação ou financeiras, temos questões familiares, com nossa aparência, entre outras. E acabamos refletindo no nosso dia a dia a limitação que todos estes bloqueios deixaram.

E para reequilíbrio dessas energias em desarmonia, que todas possamos buscar auxílio e orientação conforme o que sentimos que pode nos ajudar ou fazer bem.

Atualmente há várias técnicas, terapias, tratamentos, cursos, livros, meditação, tudo ajuda.

Somos muito mais do que podemos expressar neste momento. Temos tesouros escondidos dentro de nós. Temos verdadeiras fontes de sabedoria encobertas por séculos de rejeição e perseguição.

Que todas possamos dar passos firmes e constantes para podermos liberar tudo que nos bloqueia e limita e permitir que nossa essência mais profunda e verdadeira se manifeste de forma leve e suave.

Que todas possamos nos amar incondicionalmente exatamente como somos. Já somos boas o suficiente e ainda assim podemos expandir e melhorar ainda mais!

Enviando amor incondicional a todos lendo estas linhas,

Com muito amor e carinho,

Liliana Bauermann

(Tenho facilitado o equilíbrio do feminino em muitas mulheres através da mediunidade e ThetaHealing® - entre em contato para mais informações).

São Paulo, 13 de fevereiro de 2017.

Imagem: Pixabay