Cada um de nós no Planeta tem suas origens, sua bagagem
cultural, experiências individuais, percepções próprias, o que cria uma
diversidade sem fim.
E dentro disso temos nosso grau de consciência a cada momento da
nossa Vida.
Ao longo da vida todos deveríamos expandir nossa consciência, ir
além dos nossos antecessores.
Em muitas questões damos bons passos, mas em outras nem tanto.
Por um lado temos o comodismo, o sempre foi assim, em time que
ganha não se mexe, entre tantos outros fatores que nos fazem ficar estagnados em
velhos padrões, nos mantendo na limitação e falta de percepção de nós e do
todo.
E por outro, temos muitas coisas novas sendo trazidas, muito
conhecimento, sabedorias, técnicas, opções, soluções que mexem com a atual
configuração, com o nosso Ser e sistema de crenças - e ao novo a maioria
resiste.
Ao mesmo tempo em que podemos respeitar as escolhas de cada um
que refletem seu grau de (in)consciência, também podemos nos abrir para o novo
através da reflexão, nos permitindo descobrir o diferente, o não tão usual,
aquilo que ainda não damos chance – até por preconceito e julgamentos.
Todo nosso planeta está mudando. Muita luz e amor estão sendo
trazidos e o que vemos mais claramente é o caos que existe há séculos, ao qual
estávamos cegos.
Hoje podemos ver os desequilíbrios, desigualdades, injustiças,
separações, manipulação, abusos, mentiras e muito mais.
E podemos escolher nos calar como antes ou podemos escolher
mudar atitudes, mesmo que pequenas, mas que podem fazer toda diferença se cada
um transformar um pouco em si.
Seja através de reciclagem, de mudança de hábitos alimentares,
usar menos carro, menos plástico, sendo mais tolerantes, flexíveis, gentis, pacíficos,
mudando padrões de queixa e reclamação para gratidão e boa intenção.
Cada um de nós pode a cada momento expandir seu grau de
consciência percebendo seu modo de ser e agir consigo e com os demais.
A velha máxima: “e se fosse comigo” pode ajudar muito para nos fazer
mais sensíveis, amorosos e respeitar o outro.
Quanto mais respeitamos, aceitamos e evitamos julgar mais
estamos expandindo nossa consciência, pois nos alinhamos a nossa essência de
luz e amor natural que somos.
Que o amor incondicional envolva a todos aqui e agora,
Eu sou Liliana Bauermann
São Paulo, 30 de outubro de 2018.
Imagem: Pixabay









