segunda-feira, 20 de novembro de 2017

PALESTRA SEGUIDA DE MEDITAÇÃO



CONVITE

Seguindo a tradição de passar conhecimentos via oral, convido a quem sentir o chamado no coração para participar da próxima palestra aberta seguida de meditação.

Tema: RAÇAS QUE FORMARAM E FAZEM PARTE DA TERRA.

Visão sobre algumas raças que formaram a Terra, ensinamentos, trocas, desafios. Haverá breve resumo antes da anterior, pois esta é uma continuação.

Dia 24 de novembro
Das 19 horas às 22 horas

Workup Coworking - Rua Silvia 423, pertinho do metrô Trianon-Masp – com estacionamento conveniado bem defronte ao hospital na mesma rua.

Investimento: 60,00

Inscrições: 11 984 608 776 / WhatsApp

Gentileza confirmar presença, pois as vagas são limitadas.

Gratidão pela atenção,

Paz, Luz e Amor,
Liliana Bauermann


QUESTOES DELICADAS



Todos temos questões delicadas a resolver, seja em uma ou outra área.

Normalmente postergamos, fingimos que esquecemos, mentimos para nós mesmos dizendo estarmos sem tempo, ou muitas outras desculpas.

E às vezes nos atendimentos as pessoas pedem conselhos e em muitos casos o recebem de um Mentor ou então depois ganham a inspiração via sonho, um amigo, há várias formas, mas sempre recebem uma ajudinha.

A questão em geral nem é essa. A questão é que muitos esperam por uma coisa e nem sempre é o que acontece.

Pode acontecer de termos que fazer uma mudança grande, perdoar alguém que não queremos, podemos ter que sair da zona do conforto, assumir riscos, nos desligar de certas pessoas, mudar hábitos, confiar no nosso coração e não só na razão, há muitas possibilidades.

E há os que ouvem e seguem as orientações e seus corações e há os que se revoltam.

Estes últimos são os que mais sofrem, pois cada vez a questão fica mais delicada até começarem a ter problemas financeiros, de relacionamento e depois a saúde começa a ficar debilitada. Ou o que já está ruim, piora ainda mais.

E aos que escolhem seguir as orientações, fica sempre a sugestão de continuar ouvindo o coração (em equilíbrio com o bom senso), dar a intenção ao Universo do que querem e confiar nas portas se abrindo.

No início pode ser confuso, principalmente se de modo imediato a coisa não acontecer como esperamos. Mas no processo de mudança há muitos aprendizados envolvidos.

Podemos ter que aprender a desapegar, a sermos flexíveis, deixar de controlar, mas por experiência o principal aprendizado é o de confiar. Confiar na Vida, confiar no processo, confiar em nós, confiar que o que precisamos se manifesta (inclusive pessoas para nos ajudar) e confiar que tudo é para nosso bem.

Pelo contexto atual do mundo parece uma contradição falar em confiança, em acreditar. Mas é justamente quando voltamos a criar bases sólidas em valores íntegros e verdadeiros que a vida anda e os caminhos se abrem.

Fora da verdade, integridade, honestidade e demais valores similares que continuam valendo, tudo desanda e a vida vai cada vez mais para trás.

Então, face a questões delicadas, que possamos nos aquietar, meditar, ouvir nosso coração, nosso bom senso e escolher o caminho que nos faz sentir bem, que é bom, justo e verdadeiro para todos os envolvidos.

Naturalmente, depois da escolha, temos que agir, pois só pensar e não colocar as coisas em prática de nada adianta. Muito pelo contrário, cria frustração, estagnação e até uma piora geral.

Que todos possam usar da sua sabedoria, discernimento e percepção para fazer boas escolhas. Que tenham humildade de pedir ajuda quando necessário, e naturalmente agir, pois a ação é que vai mudar tudo!

Que todos lendo sejam permeados de amor incondicional aqui e agora.

Com amor,

Liliana Bauermann

São Paulo, 20 de novembro de 2017.
Imagem: Pixabay

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

ENERGIA DA COMPARAÇÃO E COMPETIÇÃO



Antes até de nascermos já somos comparados, começa no útero, se somos mais quietos, maiores, etc. Depois só continua. Parece que comparar faz parte natural da vida.

Somos comparados na nossa aparência, aptidões, padrão de vida, em tudo!

E o que isso tem trazido de bom? Só consigo pensar no quanto isto nos prejudica e limita desde a infância até o fim das nossas vidas.

Atualmente parece haver uma ‘medição’ do nosso sucesso e potencial em comparação a um ‘padrão’ estabelecido de modo muito sutil e manipulador. Mas como pode haver qualquer padrão para seres tão diferenciados e únicos quanto nós?

Somos estimulados a fazer comparações e então em qualquer área que estivermos ‘abaixo’ dos ditos padrões, começamos a competir para ganhar, ser melhor ou ter mais do que o outro.

E assim muitos vivem suas vidas inteiras se comparando, competindo, brigando, se estressando, diminuindo, sofrendo, limitando, até alguns chegarem a triste conclusão de que são inadequados, imperfeitos, inferiores, etc.

Que possamos deixar esse jogo sem sentido, e perceber que podemos nos inspirar em certas pessoas e ter nossos sonhos e ideais, mas que tudo venha do coração e não da mente que compara e quer algo só para ter ou ser mais do fulano, ou para se enquadrar nos ditos padrões.

Esse jogo pode nos levar a nos perder de nós, da nossa essência, do que realmente somos e gostamos. Pode haver uma desconexão profunda dentro de nós.

E isto leva a sérios desequilíbrios emocionais, mentais e físicos. Há como que uma ruptura interna que causa muitos danos. Haja visto tanta depressão, alienação, fuga para drogas, doenças, dor, sofrimento e muito mais.

Que possamos entender e aceitar que isto existe, mas temos a escolha de fazer diferente. Podemos olhar para nós, perceber nossos potenciais, dons e talentos particulares e inatos e usá-los! Podemos escolher ouvir nosso coração, sentir o que nos faz bem e traz alegria e seguir por este caminho.

Que também é o caminho da cooperação, do compartilhar, integrar, ensinar, dividir conhecimentos e sabedorias e todos saírem ganhando.

Com certeza isto nos fará ir na contra mão do movimento coletivo ‘padrão’, mas pode nos levar à realização de nós mesmos, pode nos trazer alegria, satisfação, paz, bem-estar, equilíbrio, e muito mais.

Que possamos ousar ser nós mesmos, ser nosso eu original, autêntico, verdadeiro. E assim criar uma realidade e um mundo com harmonia, respeito, aceitação, colaboração, justiça e paz para todos.

Com amor,

Liliana Bauermann

São Paulo, 15 de novembro de 2017.
Imagem: Pixabay

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

ENERGIAS DO MOMENTO - NOVEMBRO



Estes tempos continuam trazendo  à superfície questões que podem estar ocultas em governos, instituições, grupos específicos, bem como internas e pessoais nossas.

Quanto ao coletivo, estamos inseridos numa realidade onde há diversos níveis de consciência e sempre podemos escolher como lidar com as questões. Podemos nos revoltar, irritar, xingar, etc, ou podemos perceber as pessoas e situações a partir de uma percepção mais elevada, com compaixão, perdão e amor incondicional a todos.

Entendendo que estamos num processo de profundas transformações. E dentro disto estamos passando por reagrupamentos, no sentido do semelhante atrair o semelhante. O que pode nos afastar de algumas pessoas e vice-versa.

E continuarão sendo trazidos ao conhecimento público questões delicadas como a de abuso, corrupção, manipulações e muito mais ainda.

Em termos pessoais, há muito sendo liberado através do corpo físico, através de mal estar ou dores, desequilíbrios emocionais ou confusão mental.

A meditação sempre é aconselhada, pois quando tiramos alguns momentos do nosso dia para nos aquietar, permitir a fluidez dos pensamentos, sentimentos e energia o bem-estar se manifesta. É bem simples. Basta sentar-se de modo confortável, pode-se colocar uma música suave longa e permitir nosso ser se aquietar por completo.

Cada pessoa é única, algumas conseguem isso mais fácil, outras levam mais tempo. O importante é perseverar. E pode ter quem consiga se ‘aquietar’ fazendo alguma atividade física, como correr ou caminhar.

Muitos se queixam de questões digestivas, e estas podem ter relação com aquilo que não estamos conseguindo ‘engolir’. Com as mudanças e energias de luz e amor sendo trazidas, não conseguimos mais fazer de conta que certas coisas não acontecem e nem nosso corpo consegue lidar com carnes, leites, derivados e até bebidas alcoólicas. O que antes era aceito, agora pode não mais ser. E isto em vários níveis.

As dores de cabeça podem ter a ver com questões que queremos resolver com a razão em vez de sentir e usar o coração.

Se as questões físicas persistirem procurem um médico.

Aqueles que estão sentindo raiva, irritação, ansiedade, sono x insônia, melancolia, tristeza, desânimo, falta de motivação, pode haver questões mais profundas sendo liberadas. Permitam liberar através da respiração lenta e profunda, meditação, exercícios físicos, senão procure algum tratamento que possa facilitar o processo de forma mais profunda e eficaz.

Ajuda muito desapegar da energia do controle, largar expectativas em relação a outros e deixar de querer que as coisas saiam exatamente como queremos. Há que haver fluidez e flexibilidade. Podemos dar intenção do que queremos ao Universo e então confiar em vez de querer controlar o processo.

O mais importante é nos permitir nos conhecer, sentir e perceber. Perceber nosso ritmo, o que nos faz sentir bem, o que nos incomoda, e assim por diante. Assim podemos nos alinhar, equilibrar e ter bom senso frente a tantas mudanças acontecendo nestes tempos.

Cada um tem seu tempo interno. Alguns entendem as coisas mais rapidamente, outros podem levar anos e até mais de uma vida. Que saibamos respeitar os processos alheios, para termos os nossos respeitados. Respeito atrai respeito, aceitação atrai aceitação.

Que possamos ser nós os que vibramos na luz, na compaixão, no perdão e no amor sem julgamentos. E dia a dia, passo a passo vamos criando uma realidade mais leve e harmoniosa para todos.

Com amor,

Liliana Bauermann

São Paulo, 10 de novembro de 2017.
Imagem: Pixabay


quinta-feira, 9 de novembro de 2017

SOBRE VIRAR VEGETARIANO / VEGANO



Ainda há os que pensam nisso como ‘frescura’, que somos ‘chatos’, ou estão mal informados quanto às famosas ‘proteínas’.

E aqui gostaria de trazer algumas percepções quando deixamos de comer carne e produtos de origem animal.

Eu penso que devo ter nascido vegetariana pois vomitava muito depois de comer carne e embutidos quando criança, ao ponto de dormir com bacia e pano do lado da cama de tanto que vomitava. Mas naquela época e no RS – terra do churrasco – isso era impensável.

Com o tempo fui diminuindo muito as carnes vermelhas, de porco e evitava embutidos. Até que em 2004 parei de vez com as carnes. Esporadicamente comia ainda peixe. Até que larguei também.

Me senti mais leve e nem preciso dizer que os vômitos cessaram. E meu corpo de forma geral reagiu bem. A saúde melhorou, dificilmente pegava uma gripe e a percepção das coisas aumentou. Notei que fiquei menos irritada de modo geral. Senti também que muito da tristeza e melancolia que sentia seguido não eram minhas. A percepção que eu tive é de que quando comia carne a angústia e o sofrimento do animal que sabe que vai morrer vinham para mim.

Daí comecei a ver a questão do ponto de vista dos animais e dos danos ao planeta. Descobri os tratamentos desumanos dados a todos os animais antes e durante o abate e o quanto principalmente a criação de gado afeta o planeta. Há a destruição de imensas áreas verdes para o plantio da alimentação para eles e é gasto o absurdo de 15 mil litros de água para cada kilo de carne. (Lembrando que temos que ‘poupar’ água!!)

E aí pergunto: vocês sabiam que galinhas são criadas amontoadas em locais fechados ou em gaiolas? E que em ambos os casos por questão de falta de espaço muitas morrem e ficam ali até as demais serem levadas ao abate? E que neste meio tempo as vivas comem estas? Sabiam que o gado é esfaqueado semi vivo pois desse jeito a sangria traz menos prejuízos para a carne? Sabiam que as vacas são mantidas prenhas o ano todo só para dar mais leite? Fora outras coisas...

Este ano larguei os ovos e laticínios e atualmente consumo os de origem vegetal. Fisicamente me sinto bem melhor, mais disposta ainda e simplesmente a gente ‘murcha’. Nem sei dizer o quanto de toxinas sai da gente. Como sou bem sensível, pude perceber as mudanças. Inclusive na energia, ficamos mais leves e perceptivos.

E deixo como sugestão a todos pensar no seu bem-estar, na sua saúde, nos animais e no planeta. Atualmente está bem mais simples mudar os hábitos. Há muitas coisas já prontas, inclusive congelados e vários restaurantes vegetarianos/veganos.

E para os que pensam que é ‘caro’, primeiro que há muitas opções hoje e com vários preços. Depois, se levarmos em conta nossa saúde, os animais e o dano ao planeta, penso que vale muito. E a médio prazo podemos mudar a situação dos animais e da natureza. Basta uma decisão.

Eu tomei a minha e você?

Com amor à vida, aos animais e ao planeta,

Liliana Bauermann

São Paulo, 09 de novembro de 2017.
Imagens: Retiradas da Internet