quinta-feira, 28 de abril de 2016

O VELHO QUE BATE À PORTA



Confesso que gosto e respeito muito astrologia, cheguei a fazer um curso básico para ver se depois faria um completo... mas quando a gente não é de um departamento, melhor deixar para quem sabe e agradecer a toda orientação.

Porém, percebo os movimentos conforme vou lendo as preciosas publicações de amigas/os astrólogos.

Estamos vivendo um momento de muitos planetas retrógrados, e isso significa que o ‘velho’ está batendo à porta, no sentido de tudo aquilo que é velho conhecido nosso e com o qual não lidamos na melhor maneira muito menos encerramos o assunto decentemente, de uma maneira equilibrada e definitiva está ressurgindo. Ficaram pendências, seja de sentimentos de raiva, amargura, mágoa, amor, palavras não ditas, expectativas, frustrações, ou seja, muita coisa que até pode ter sido esquecida por um tempo, mas o registro de tudo continua no nosso sistema, e bem vivo. E esses tempos pedem o reequilíbrio de tudo isso para abrir espaço para o novo.

Entendi que há pessoas do passado voltando (‘ex’ de todos os tipos), situações se repetindo e principalmente problemas não resolvidos dizendo ‘oi, lembra de mim? Então, voltei!’

Geralmente ninguém de nós quer, mas querendo ou não, teremos que lidar com isso e melhor ir de boa vontade para dar um fim senão ficamos repetindo de novo e de novo a questão e cada vez ela vai ficando mais complexa, tal qual jogos de vídeo game quando se tenta passar de fase.

A questão é ver e aprender o que não aprendemos até então. Se queremos evoluir, ir para frente, temos que aprender todas as lições daquele nível. E aqui não dá para ‘colar’ muito menos enganar o Universo e a Vida (e nem mais a nós mesmos).

Quanto a relacionamentos, quando um ex volta ou quando nós queremos voltar, o que mais tem envolvido nisso? O quanto é apego? O quanto nos acostumamos até inconscientemente com a zona de conforto? O quanto é medo do novo? O quanto há de respeito envolvido, tanto por nós quanto pelo outro. Estamos nos respeitando, aos nossos sentimentos e aos sentimentos do outro? É realmente amor? O que queremos? Será que só poderemos ter isso com essa única pessoa? Será que o que tínhamos que aprender e trocar se encerrou? Permita-se aquietar e perceber o que realmente há em tudo isso.

E quanto a questões diferentes envolvendo outras pessoas, idem acima, que possamos entrar na percepção do quanto aceitamos e respeitamos o outro e suas opiniões e a nós mesmos. Observe o quanto queremos impor nossa vontade, o quanto permitimos a liberdade do outro e de nós mesmos de ser e pensar como queremos, sem tomar nada como pessoal. Tudo isso exige maturidade, flexibilidade, respeito e aceitação.

Questões delicadas e problemas que batem à porta novamente também pedem reflexão. O que não estamos vendo? Uma coisa é certa: não pode ser resolvido do mesmo jeito de sempre, pois lógico, isso não ajudou! E cada vez que a roda gira e a questão reaparece, a solução parece ser mais complexa, mas não é, só requer mais atenção. Para onde não olhamos ainda? Como o outro que resolveu isso bem pode nos inspirar? O que precisamos aprender que não aprendemos ainda? Estamos sendo teimosos? É medo? Insegurança? Apego ao velho? Estamos confiando que tem solução? Queremos realmente uma solução? Aceitamos que as coisas podem ser diferentes do que imaginamos? Queremos mudar?  Às vezes o problema é só um caminho para uma grande descoberta que depois pode ser aplicada a outras áreas da vida. Já pensou nisso? Ou você acha que a culpa é do outro, do governo, da crise? Já pensou em procurar ajuda profissional de um terapeuta ou similar? O que está fazendo de prático para resolver?

Assumir a responsabilidade pela questão é um grande passo. Tiramos o poder do outro e de tudo de fora sobre o assunto. O poder volta a ser nosso. E como estamos lidando com o poder que temos? Sabemos usar a nosso favor? Pensemos em outra pessoa com exatamente a mesma questão que estamos vivendo. O que diríamos a ela? O quanto disso podemos fazer agora por nós?

Tudo tem solução, e se nos colocamos dentro de algo, também temos sabedoria e poder para nos tirar de lá! Respire, confie e persista!

Com amor,
Liliana Bauermann

São Paulo, 27 de abril de 2016.
(Muitas vezes sozinhos não conseguimos mesmo resolver uma questão, estamos sem rumo. O ThetaHealing pode trazer clareza e discernimento, entre em contato para mais informações)




(imagem: retirada da internet)

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