Muitos de nós têm questões quanto a respeitar, respeitar os
demais e nos fazer ser respeitados.
Respeito não significa gostar ou concordar com o que o outro
faz, diz ou pensa, mas permitir e aceitar o livre arbítrio e a liberdade do
outro de ser quem é, como é e manifestar seu ponto.
Respeitar quer dizer aceitar e entender que todos temos graus de
consciência, níveis de entendimento, cultura e tradições diferentes.
E é perfeitamente possível vivermos aceitando e respeitando
todos como são e encontrar afinidades e pontos em comum.
Assim como é possível nos manifestar sem agressividade, sem
ofensas e sem desrespeito a quem quer que seja.
Todos estamos aqui para evoluir, expandir nossa consciência e para
isso ter liberdade faz parte.
Assim como faz parte usar desta liberdade com discernimento e
respeito às regras e leis.
Podemos desejar mudanças e transformações, e seremos mais
eficazes focando no que pensamos ser o mais apropriado do que atacando o que
pensamos estar ‘errado’ sob nosso ponto de vista.
E isso vale para tudo.
Nestes tempos de profundas e intensas transformações individuais
e coletivas que todos possamos ser mais flexíveis, compreensivos, respeitosos e
amorosos com os que pensam diferente de nós.
Talvez nós mesmos possamos estar enganados, então da mesma forma
poderemos receber respeito às nossas limitações.
Lembrando que o nosso direito vai até onde começa o direito do
outro, e que o bom e justo deve valer para todos.
Possa a luz da verdade, a justiça, a integridade e a liberdade
se manifestarem para o bem maior de todos aqui e agora.
Que nosso amado país e todos nós sejamos envolvidos na poderosa
energia do amor incondicional e possa a chama violeta transmutar todo
desequilíbrio nos nossos pensamentos, sentimentos, atos e palavras.
Com amor,
Liliana Bauermann
São Paulo, 18 de setembro de 2018.
Imagem: Pixabay

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