Quem já não ferveu de raiva e falou: ‘aquilo me deu raiva’,
‘fulano me deixou com raiva’? Todos, com mais ou menos frequência.
A parte boa é que melhor ter raiva do que estar apático.
Mas sempre podemos escolher o que sentir a cada situação. Naturalmente
isso requer treino, persistência, fluidez e flexibilidade. Mas conseguimos.
No caso da raiva, sempre é melhor deixar ela passar e tomar
atitudes DEPOIS, com calma e sensatez para evitar arrependimentos.
Então vamos perceber melhor esta energia:
1. O que estamos fazendo ou deixando de fazer para sentir raiva?
Às vezes temos que tomar atitudes antes da situação sair do controle ou da
integridade. Devemos nos posicionar, falar sobre a questão. Vamos ter que lidar
com nossos sentimentos, pensamentos e reações dos outros, mas é possível.
Devemos planejar e no momento mais apropriado e calmo solucionar de maneira
sensata e coerente.
2. O que nós mesmos fazemos exatamente igual àquela pessoa? Pode
não ser no mesmo contexto, mas devemos estar fazendo. Pode ser delicado admitir
que somos ou fazemos igual àquele que nos irrita. Porém quando mudamos em nós,
o outro ou a situação muda!
3. Indo mais fundo, a raiva é de nós mesmos, por termos nos
colocado na situação, por não nos amarmos, nos aceitarmos, então atitudes de
outros acendem este sentimento dentro de nós.
Perceber tudo isso pode ser um grande passo e uma grande
libertação.
Enquanto estamos no processo, podemos ir liberando a raiva:
- Através da respiração deixar tudo vir e depois tudo ir,
inspirando pelo nariz e soltando forte pela boca a irritação e tudo que vier.
- Usar um travesseiro ou almofada e bater forte numa poltrona,
sofá ou cama e liberar toda a raiva do momento.
- Fazer exercícios físicos e permitir as energias fluírem.
- Perdoar, aceitar, liberar, desapegar, meditar, fazer
ho’oponopono, alguma limpeza, invocar a chama violeta da transmutação, mas fazer
algo e LOGO.
Quando permitimos esta energia fluir evitamos doenças, explosões
e situações que podem trazer consequências indesejadas.
Que toda raiva seja transmutada e todos sejam envoltos em amor
incondicional aqui e agora.
Eu sou Liliana Bauermann
(Entre em contato para atendimentos para facilitar o equilíbrio
e criar soluções).
São Paulo, 28 de fevereiro de 2018.
Imagens: Pixabay


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