Na nossa respiração
existe uma pausa entre o inspirar e o expirar. Entre as notas musicais existe
pausa, entre as palavras escritas há um espaço, uma vírgula, um ponto, nova
linha, novos parágrafos. Os olhos piscam, é uma pausa, o sono é outra pausa,
férias também. Há várias pausas, algumas automáticas e inconscientes e outras
necessárias e conscientes.
Todos nós precisamos
de pausas. Pausa nos pensamentos, pausa das atividades repetitivas, pausas para
repor as energias, acalmar a mente e observar em que ponto do caminho estamos. Se
estamos felizes, se estamos em sintonia com nosso propósito, se nos sentimos
tranquilos e realizados. Ou se tem algo que nos incomoda e nos deixa insatisfeitos
de alguma forma.
Às vezes precisamos de
uma pausa para estar conosco mesmos, para revisar as metas e ou ajustar o foco.
Mas é fato que todos
nós deveríamos nos permitir a pausa, sentindo ou não necessidade, pois quando a
necessidade vem é porque já passamos alguns limites, principalmente do nosso
bem estar.
A meditação (ou o
aquietar-se) é uma das melhores pausas que podemos nos dar. Pois assim
conscientemente podemos refletir como estamos em relação ao todo no qual
estamos inseridos, como estamos nos sentindo em relação a nossas escolhas e a nossa
vida como um todo.
Momento de perceber
quais escolhas foram acertadas, quais precisam ser reavaliadas, que projetos
devem ser abandonados, quais necessitam mais atenção e quais atitudes devem ser
tomadas.
Assim como vamos
usando um determinado produto e ficamos satisfeitos ou não com aquilo que ele
oferece, podemos nos avaliar e perceber o quanto estamos satisfeitos com a
nossa vida e nossas escolhas.
E a melhor parte de
tudo é que a qualquer momento podemos fazer os reajustes necessários e transformar
tudo positivamente.
Permitam-se algumas
pausas. Elas são benéficas e necessárias.
Tenham muitas alegrias
nas pausas e nas atividades também.
Com carinho,
Liliana Bauermann
São Paulo, 21 de
julho de 2014.
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