sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

SOBRE SALVADORES DA PÁTRIA OU DE PESSOAS


Nós somos ensinados desde pequenos que somos incapazes, limitados e que há pessoas especiais, que sabem mais, podem mais, que são importantes e poderosas e precisamos delas.

Desde muito tempo foram criados salvadores, mitos, deuses, gurus, aqueles que vão cuidar de nós, da nossa cura, do nosso país, de tudo.

Entretanto o que mais acontece neste mundo são guerras, violência, manipulação, abuso de poder, injustiça, privação da liberdade, entre outros desequilíbrios.

E estes tempos são de mudanças profundas para que seja estabelecido o equilíbrio natural de tudo.

Todos estamos aqui para aprender, ensinar, servir, crescer, amadurecer, evoluir. Ninguém é mais, menos ou melhor do que ninguém. Temos apenas potenciais e caminhos de alma diferenciados.

Todos estamos sendo chamados a parar de entregar nosso poder e nossas vidas nas mãos de outros e assumir a soberania sobre nossas escolhas, nossa caminhada, nossa cura e nossa vida como um todo.

Há sim, os que vieram para mostrar caminhos, para ensinar, servir ou liderar de alguma maneira e eles devem ser isso: os que mostram, os que usam do poder ou dom para inspirar ou melhorar a vida de tantos quanto for possível. E dentro da integridade, da verdade e da justiça.

As energias atuais estão apenas trazendo à tona o que estava escondido. E todos terão de assumir e responder pelos seus atos. Quanto mais alto sobem, maior o dever e a responsabilidade.

Que todos possamos aprender a sermos mais sensatos, a usar nosso discernimento, a refletir e olhar as pessoas além da idolatria ou de preferências religiosas, políticas ou outras.

Nenhum humano sozinho é responsável pela cura ou destino de outro ou por toda uma nação. Devemos assumir nossa vida e tomar consciência que cada um de nós deve fazer sua parte para o todo andar bem.

Que seja enviado amor incondicional a todas as vítimas de abusos, que seja trazido amor incondicional a todos nós no Brasil e enviado a tudo e todos no Planeta.

Que os processos de cura pessoal e coletivos possam ser vividos de forma leve e suave, dentro da verdade, integridade e justiça e para o bem maior de todos nós.

Com amor,

Liliana Bauermann

São Paulo, 13 de dezembro de 2018.

Imagem: Pixabay

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