quinta-feira, 13 de novembro de 2014

AS VOZES QUE ESCOLHO OUVIR

Como tudo são escolhas, quem e o que decidimos ouvir também são.

E isto num sentido bem amplo.

Pode ser no dia a dia, através dos relacionamentos próximos com familiares, amigos, colegas e há também os pontos de vista dos que se comunicam através das mais diversas mídias.

Cada um tem seu modo de pensar e muitas vezes podemos receber bons conselhos, orientações e ensinamentos preciosos, mas outras ouvir opiniões negativas, tendenciosas, repletas de julgamentos e sem uma base verdadeira e séria.

E em outro sentido mais profundo, quais vozes escolho ouvir? Do meu ego, das conversas e debates dentro da minha mente, das vozes que ouço e que podem ser dos meus Anjos, mas que também poderiam ser de companhias pouco desenvolvidas, mas que estão ao meu lado?

E esta também é uma parte delicada e importante. Mais de uma vez ouvi conhecidos falando das vozes que ouvem e seguem e na maioria das vezes sem nada contestar ou duvidar. Apenas obedecem pelo simples fato de virem de ‘espíritos’, ou de alguém que os vê e ouve.

Ora, com percepção, discernimento, bom-senso e sabedoria podemos perceber quando um espírito verdadeiramente é de luz ou não. E todos nós independentemente de ter a mediunidade aguçada ou não (pois todos temos esse dom de uma ou outra forma) deveríamos prestar atenção e aprender a discernir o que vem para nos orientar para o nosso bem maior e o que vem para nos manter na ilusão e inconsciência.

O que ouvimos, tomamos e aceitamos como verdade e então seguimos influencia muito nossa vida em todas as áreas. E se por um lado é muito conveniente ouvir algumas vozes que concordam com nossas vontades e nosso ego, por outro lado as vozes que vêm através de altas frequências de luz e amor podem nos levar por caminhos mais elevados, nos fazer crescer e desenvolver além da nossa zona de conforto, comodismo e insegurança, e principalmente, ir além das nossas próprias expectativas em relação a nós mesmos.

Que todos possamos aprender a distinguir, discernir e escolher quem fala conosco e quem ouvimos. A escolha é toda nossa, e a responsabilidade também.

Muitas bênçãos de luz, paz e amor incondicional.

Com amor,
Liliana Bauermann

São Paulo, 13 de novembro de 2014.


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