Uma das coisas que gosto de fazer nas meditações, junto com as
intenções para mim e demais pessoas que pedem ou necessitam de uma prece é
pedir para que me seja mostrado claramente o que eu não esteja percebendo e que
pode estar atrapalhando ou atrasando minha vida.
Pois bem, o Universo sempre nos ouve (este é o próximo post).
Estava eu hoje ralando cenoura para a salada e com uma situação
na cabeça, mas com bons pensamentos, quando voltou uma memória de dor
relacionada ao mesmo assunto. Imediatamente a cenoura escapou da minha mão e
ralei um dedo (ui, doeu!!).
Na hora eu me liguei tanto do que havia pedido ao Universo
quanto da mensagem (sinal ou resposta) recebida.
Quantas e quantas vezes nós ficamos remoendo e relembrando de novo
e de novo uma situação dolorida. Prá que? Literalmente para trazer de volta a
dor. E prá que? Para sofrer de novo? Já não bastou a primeira vez que
aconteceu? Pelo jeito não...
E isto é tão natural e usual que passa despercebido.
E nem sempre a percepção é tão clara! Em geral isso fica
inconsciente e em algum momento se mostra na forma de algum desequilíbrio físico,
mental, emocional ou energético.
Que a partir de agora todos possamos parar de falar e principalmente
de pensar e lembrar de momentos delicados que já aconteceram, já terminaram e
nada de bom podem trazer a não ser literalmente mais dor.
Que possamos imediatamente substituir o pensamento ou palavra
por similares positivos, acolhedores e amorosos. E então enviar amor
incondicional às situações e eventuais pessoas envolvidas, principalmente nós mesmos
que vivenciamos a questão.
Com amor,
Liliana Bauermann
São Paulo, 13 de julho de 2016.


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