Está incluído nas mudanças do planeta o nosso acesso, ou maior
consciência da energia do poder, principalmente do nosso poder pessoal.
E quanto maior o poder, maior a responsabilidade.
Raramente me manifesto quanto à política ou outros temas de
conflito, mas aqui vai.
Há éons de tempo, ou ao longo de muitos séculos, todos nós temos
estado destituídos tanto do nosso poder, quanto de consciência e percepção e
estávamos ainda mais cegos e manipulados do que agora.
Neste cenário, parece bastante natural a continuação do mau uso
e abuso do poder, bem como escolher quem representa a maioria absoluta das
pessoas, conforme o grau de (in)consciência das mesmas.
Quando das últimas eleições aqui no Brasil, me senti como
vegetariana que sou sendo levada a um açougue e ouvindo: pode escolher!
Escolher o que? Não quero nada disso. Mas isto sou eu e uma minoria.
E assim muitas das escolhas são feitas, sobre opções que são
limitadas e manipuladas, e isso não só referente à política, não. A coisa é
grande!
Ainda a maioria absoluta de todos nós realmente não dá quase
nenhuma importância a questões bem sérias envolvendo nosso planeta como um
todo. E isto se refere a questões do meio ambiente, poluição, desrespeito a
todos os animais, desrespeito às minorias, falta de cuidado e educação séria
das crianças, saúde, etc.
A grande parte ainda está pensando somente em si e realmente
queria que as coisas fossem conforme desejam, custe o que custar, não
importando os outros. A maioria realmente queria ter muito poder nas mãos para
fazer o que bem quisesse no sentido de também gastar milhões, de também poder
se vingar de todos os desafetos e fazer leis que as beneficiasse e a seus
escolhidos por tempo indeterminado. É duro, mas é bem verdade.
Dentro disto a escolha de líderes apenas e tão somente reflete
esta realidade, que tanto os ditos líderes, quanto pessoas ‘normais’ tentam em
vão dissimular, pois tudo está ficando bem aparente.
Podemos chamar essas questões de sombras, desequilíbrios,
inconsciência, seres negativados, teoria da conspiração, na verdade tanto faz.
A questão é que tudo isso existe e faz parte de nós. E se está
vindo à tona desta forma tão visível, intensa e chocante até, penso que é
justamente para nos fazer literalmente ver e perceber e então aprender a lidar
com e reequilibrar tudo isso.
De nada adianta colocar a culpa no “outro”. Não há outro, nunca
houve, somos nós! Quando eu, você, cada um de nós começar a olhar para dentro
de nós e ver esses horrores em nós, aceitar e então de forma humilde e pacífica
reconhecer, aceitar e então com séria intenção promover mudanças concretas por e
para nós, penso que aí a coisa começa a mudar.
Nenhum governo ou pessoa eleita vai conseguir fazer nada de
diferente do que a massa de indivíduos tem como valores dentro de si mesmo. Sendo
que a maioria absoluta das pessoas no planeta está desequilibrada, como esperar
uma ou mais pessoas no governo (tanto faz o partido) ser diferente disso? Tudo são
espelhos.
E querendo nós ou não, tanto aqui no Brasil, quanto agora nos
EUA o governo reflete infalivelmente a maioria da sua população. Nem mais nem
menos.
A parte boa de tudo é que quando podemos ver claramente uma
questão há a possibilidade de equilibrá-la, ou no mínimo, aprendermos muito.
Como sempre escrevo, tudo são escolhas. Podemos escolher nos
irritar e xingar tudo e todos, ou começar em nós mesmos a ‘faxina’ ou melhoria
que queremos no mundo.
E para quem precisa de ‘diretas já’, isso equivale a parar de
mentir, a parar de se enganar e a viver na integridade, verdade e honestidade
primeiramente consigo mesmo e depois com todos os demais.
É bem simples, se ninguém no mundo mentisse, que político
mentiria? Não haveria sustentação energética para uma mentira se manter. Assim vale
para tudo o mais.
E este é um longo caminho. Vamos indo dia a dia, passo a passo.
Começando em nós e por nós mesmos.
E para isso tem seu valor um tratamento, tem seu valor meditar,
tem seu valor ler e fazer cursos para abrir e expandir nossas mentes e consciências.
E muito mais. Mas algo tem que ser feito. De novo a escolha...
Compartilho que particularmente escolho ter fé e acreditar que é
possível um mundo melhor, que é possível ter paz, harmonia e sermos de novo
felizes. Um dia e um passo de cada vez.
Com profundo amor e respeito à Vida,
Eu sou Liliana Bauermann
São Paulo, 9 de novembro de 2016.
Imagem retirada da internet/pixabay


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