Todos nós já nos enganamos, todos nós já fizemos coisas que
preferiríamos nunca ter feito, ou dito. Todos nós já fomos magoados ou magoamos
alguém. Todos nós de alguma forma já traímos ou fomos traídos. Todos nós temos
nossas dores, sofrimentos e lamentos. Todos!
A questão realmente não é essa, haja visto que todos em algum
tempo, de alguma forma já fizemos alguma mer**, grande ou pequena, consciente
ou inconscientemente.
E tudo isso de uma forma ou outra nos trouxe aprendizados,
experiências, conhecimentos e sabedoria. Principalmente do que não fazer!
Mas o que importa o quanto aprendemos se nos sentimos mal, culpados
ou culpamos o outro?
Existe algo realmente imperdoável? Vale mesmo a pena ficar
sofrendo ou se martirizando constante e indefinidamente por algo que já
aconteceu? O quanto vale ficar remoendo, relembrando e dando importância aos infortúnios
que todos sofremos em algum momento?
Na verdade, nem nós mesmos quando fizemos algo ‘errado’ ou do
que nos arrependemos, no momento exato em que fazíamos não estávamos com a
total percepção do ato e nem do quão longe a coisa poderia ir. Senão talvez não
teríamos feito.
Atualmente as energias envolvidas em tudo isso estão sendo
mexidas e remexidas. Mesmo que nem queiramos pensar em nada disso, isso vai
bater à nossa porta para ser reequilibrado. Pode ser de modo suave, como uma
percepção ou lembrança ou ainda através da dor e sofrimento de algum
acontecimento delicado que chamamos de ruim ou negativo.
Então que possamos nos abrir e perdoar a nós mesmos e a todos os
outros envolvidos em todas as questões. Guardar mágoas e rancores faz muito mal
a todas as partes do nosso ser.
Acabamos por nos tornar amargos, doentes, solitários e viramos
observadores, acusadores e juízes do menor deslize daqueles perto de nós.
E isso vira um tormento infinito, tira a paz, o sossego, o
bem-estar. Está ficando insustentável continuar carregando esse tipo de peso. É
necessário o desapego.
Que todos possamos sair disso através do perdão e da aceitação. Que
possamos perdoar a todos envolvidos e principalmente a nós mesmos por termos
feito algo ou nos colocarmos numa situação delicada. E que possamos aceitar que
cada um fez conforme seu grau de consciência no momento.
Que possamos aceitar nossas limitações e de todos os demais. Assim
podemos perceber que além delas temos virtudes e as demais pessoas também.
Quando paramos de nos culpar, julgar e cobrar, paramos de culpar e julgar o
outro e paramos de atrair isso para nós.
Que possamos dar um basta a todas essas questões, senão apenas
perpetuamos mais dor e sofrimento.
Que possamos entrar na energia do acolhimento, do entendimento,
da misericórdia e compaixão. Permitindo que o amor dentro de nós seja maior do
que tudo isso.
O amor tudo cura, tudo transforma. Que possamos nos curar, reequilibrar,
transformar e voltar a ser quem somos na nossa essência mais verdadeira: seres amorosos,
gentis, generosos, repletos de dons e talentos maravilhosos.
E isso tudo é possível, e podemos perdoar uma coisa hoje, outra amanhã
e assim abrirmos caminhos de luz e amor ao nosso redor.
E então a alegria retorna e a Vida se renova!
Com amor,
Liliana Bauermann
São Paulo, 25 de agosto de 2016.
*Lidar com tudo isso sozinho pode ser delicado, procure ajuda.
Longe de ser fraqueza, é um ato de amor por você! Para informações sobre
atendimento, entre em contato! Sou terapeuta ThetaHealer® e médium.
Imagem retirada da internet.


Nenhum comentário :
Postar um comentário