quinta-feira, 25 de agosto de 2016

FALANDO SOBRE ‘VÍCIOS’ – Parte III



Continuando o assunto, também faz parte dos vícios que nos prejudicam pensamentos negativos, obsessivos e limitantes, teimosia, orgulho, inflexibilidade, crenças bloqueadoras, reclamações incessantes, resistência, inveja, ciúmes, acomodação, postergação, etc.

Acabamos nos viciando com pensamentos, sentimentos e comportamentos nocivos e assim podemos viver anos a fio uma vida limitada e descontente. Querendo fazer mudanças que nunca saem da imaginação.

Sonhamos com um novo emprego, com relacionamentos mais dignos, com melhora de rendimentos, com mudança de casa ou cidade, viagens, cursos e muito mais. Mas a maioria acaba restringindo e limitando sua vida, seus sonhos, sua liberdade e todo o mais.

Muitos se perdem na rotina do dia a dia, fazendo sempre as mesmas coisas do mesmo jeito, pensando nas coisas que querem adquirir e fazer até tal idade e assim vão estabelecendo metas sem perceber que o tempo vai passando, a felicidade vai se perdendo e os sonhos murchando, pois nos viciamos na rotina e num modo e tempo predeterminado de viver e levar a vida. Como se uma regra ou padrão pudesse ser aplicado a todos.

Geralmente estamos na inconsciência de muito que acontece ao nosso redor. Quantas e quantas vezes oportunidades de ouro aparecem na nossa vida e como estamos ocupados não percebemos ou estas não vêm exatamente do jeito e modo que idealizamos então rejeitamos.

E lá se vão empregos, relacionamentos, parcerias, portas abertas, oportunidades de mudanças e tudo o mais que acompanha uma bênção inesperada ou disfarçada.

Outras vezes queremos controlar, queremos que as coisas aconteçam do nosso jeito e no nosso tempo, que determinadas pessoas abram portas ou devolvam favores, ou sejam e  ajam como imaginamos. Como isso raramente acontece culpamos essas pessoas e situações pelos infortúnios da vida. Reclamamos do ‘destino’ e da falta de sorte.

E tudo isso vicia, nos limita, tira tempo e experiências valiosíssimas que poderíamos ter tido caso fôssemos mais flexíveis, mais abertos, tolerantes e perceptivos.

Muitos também não perseveram. Infelizmente na época do imediatismo qualquer coisa que não dê certo na primeira tentativa já é descartada.

Entretanto, todos podemos sair desses vícios e do piloto automático e entrar na percepção de nós mesmos, do nosso modo de agir ou reagir sempre da mesma maneira e procurar modos diferentes de fazer as coisas, podemos começar a observar as oportunidades que se manifestam.

Todos também temos muita criatividade e muita energia, podemos fazer portas se abrirem e ideais se manifestarem.

Que possamos sair do modo de repetição de padrão e modelos existentes, parar de seguir tendências estabelecidas e nos permitir novamente sentir e perceber o que realmente pensamos, queremos, gostamos e imaginamos para nossa vida e observar o quanto disso já pode estar sendo trazido e nem notamos. E o quanto podemos nos movimentar e fazer as coisas acontecerem de maneiras diferentes, originais, sem ter que copiar e seguir tudo dito como ‘certo’ ou ‘normal’.

Que possamos ser perseverantes, flexíveis e confiar no nosso coração, na nossa verdade interna que nos conduz ao nosso bem maior de modo natural e bem fácil.

Isto também é uma cura, o entrar no modo de percepção, observação, bom-senso e olhar além, bem além do que o habitual. E então corrigir o rumo. Sempre é tempo.

Com amor,

Liliana Bauermann

São Paulo, 25 de agosto de 2016.

* Sempre é possível reequilibrar tudo e mudar de vida. Para tratamento ou mais informações, entre em contato. Sou terapeuta, ThetaHealer® e médium.

Imagem retirada da internet


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