segunda-feira, 13 de março de 2017

QUANDO A DOENÇA É A CURA



Vocês devem conhecer ou saber de algum caso de uma pessoa que do ‘nada’ descobre que está bem doente e então a vida toda muda repentinamente.

Algumas precisam de cirurgia imediata e outras de tratamentos e mudança na vida e rotina.

De muitos modos isso pode ser uma grande cura para a alma.

Muitos estão vivendo a vida como se fosse uma roda sem fim, não param, não descansam ou não prestam atenção ao que é essencial.

Estão preocupados com o trabalho, sustento, estudos, filhos, casa, etc. e tudo isso é honrado e necessário.

Porém, antes e acima de qualquer coisa devemos cuidar de nós mesmos, de repousar, de tirar momentos para fazer coisas que nos fazem felizes, nos distraem e tiram o foco das preocupações do dia a dia.

De nada adianta ficar correndo e por fim morrer sem ter vivido de fato.

Que qualquer doença ou fato inusitado – que às vezes pode ser somente um susto – possam nos trazer de volta a consciência de estarmos vivos, e de que há muito para viver e fazer que pode nos trazer alegria e prazer.

Uma doença pode ser uma benção se ela nos fizer olhar a vida com outros olhos. Se nos fizer olhar para aquilo que podemos ter desviado a atenção por vários motivos e muito tempo.

Quando entramos na percepção do modo como a doença pode nos beneficiar, isso pode ser o princípio da cura. Do corpo e da alma.

Já existem muitos estudos sobre as questões psicossomáticas relacionadas às doenças.

Cada pessoa é única, mas os desequilíbrios que se manifestam em cada parte do corpo se referem a diferentes questões não harmonizadas.

E a doença traz isso à tona.

Que possamos entrar na percepção do que a doença veio nos trazer.

Que possamos perceber como estamos vivendo nossas vidas, se estamos felizes, nos sentindo em paz e realizados ou pelo contrário, estressados, nervosos, ansiosos, sem saber como lidar com as questões.

Tudo poder ser reequilibrado e harmonizado. E para isso não precisamos esperar a doença chegar como um ultimato.

Podemos hoje mesmo começar a meditar, a buscar o que nos traz bem-estar e ir tirando das listas do que nunca fazemos coisas que queremos viver.

E ir um passo de cada vez, mas nos programando, tirando da vontade para a realidade através de pequenos gestos que podem fazer muita diferença na nossa vida.

E pode ser coisas bem simples, como um livro, um curso, um passeio, uma ida ao cinema, a um parque, um lugar diferente, um dia livre de qualquer horário e obrigação. Uma visita a uma pessoa querida que sempre adiamos, ou seja qual for nossa vontade.

Muitas vezes essas coisas simples podem trazer muita satisfação e não quererem muito esforço nem investimento.

E elas nos motivam a ir dando passos maiores.

Comece hoje mesmo, agora!

Com amor,

Liliana Bauermann

(Se você foi pego de surpresa com alguma doença, através do Thetahealing ela pode ser tratada também, acessando a causa original da questão. Entre em contato).

São Paulo, 13 de março de 2017.
Imagens: Pixabay


Nenhum comentário :

Postar um comentário