Vocês devem conhecer ou saber de algum caso de uma pessoa que do
‘nada’ descobre que está bem doente e então a vida toda muda repentinamente.
Algumas precisam de cirurgia imediata e outras de tratamentos e
mudança na vida e rotina.
De muitos modos isso pode ser uma grande cura para a alma.
Muitos estão vivendo a vida como se fosse uma roda sem fim, não
param, não descansam ou não prestam atenção ao que é essencial.
Estão preocupados com o trabalho, sustento, estudos, filhos,
casa, etc. e tudo isso é honrado e necessário.
Porém, antes e acima de qualquer coisa devemos cuidar de nós
mesmos, de repousar, de tirar momentos para fazer coisas que nos fazem felizes,
nos distraem e tiram o foco das preocupações do dia a dia.
De nada adianta ficar correndo e por fim morrer sem ter vivido de
fato.
Que qualquer doença ou fato inusitado – que às vezes pode ser
somente um susto – possam nos trazer de volta a consciência de estarmos vivos,
e de que há muito para viver e fazer que pode nos trazer alegria e prazer.
Uma doença pode ser uma benção se ela nos fizer olhar a vida com
outros olhos. Se nos fizer olhar para aquilo que podemos ter desviado a atenção
por vários motivos e muito tempo.
Quando entramos na percepção do modo como a doença pode nos beneficiar,
isso pode ser o princípio da cura. Do corpo e da alma.
Já existem muitos estudos sobre as questões psicossomáticas relacionadas
às doenças.
Cada pessoa é única, mas os desequilíbrios que se manifestam em
cada parte do corpo se referem a diferentes questões não harmonizadas.
E a doença traz isso à tona.
Que possamos entrar na percepção do que a doença veio nos
trazer.
Que possamos perceber como estamos vivendo nossas vidas, se
estamos felizes, nos sentindo em paz e realizados ou pelo contrário,
estressados, nervosos, ansiosos, sem saber como lidar com as questões.
Tudo poder ser reequilibrado e harmonizado. E para isso não
precisamos esperar a doença chegar como um ultimato.
Podemos hoje mesmo começar a meditar, a buscar o que nos traz
bem-estar e ir tirando das listas do que nunca fazemos coisas que queremos
viver.
E ir um passo de cada vez, mas nos programando, tirando da
vontade para a realidade através de pequenos gestos que podem fazer muita diferença
na nossa vida.
E pode ser coisas bem simples, como um livro, um curso, um
passeio, uma ida ao cinema, a um parque, um lugar diferente, um dia livre de
qualquer horário e obrigação. Uma visita a uma pessoa querida que sempre
adiamos, ou seja qual for nossa vontade.
Muitas vezes essas coisas simples podem trazer muita satisfação e
não quererem muito esforço nem investimento.
E elas nos motivam a ir dando passos maiores.
Comece hoje mesmo, agora!
Com amor,
Liliana Bauermann
(Se você foi pego de surpresa com alguma doença, através do Thetahealing
ela pode ser tratada também, acessando a causa original da questão. Entre em
contato).
São Paulo, 13 de março de 2017.
Imagens: Pixabay

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